CONTINUA ACELERADA CHEGADA DE ESTRANGEIROS COM SUPOSTO RISCO DO VÍRUS DO EBOLA.

CONTINUA ACELERADA CHEGADA DE ESTRANGEIROS COM SUPOSTO RISCO DO VÍRUS DO EBOLA.

 

São Paulo, 11 de agosto de 2014. Acre e Criciúma, albergam estrangeiros africanos que ingressaram irregularmente no Brasil. Atualmente, no Acre há cerca de 245 imigrantes a maioria deles senegaleses, ou seja, originários do continente africano, onde ocorre uma forte epidemia de ebola, vírus que já matou mais de mil pessoas e tem mais de 1.7 mil supostos casos detectados.

Por sua vez a Prefeitura de Criciúma iniciou, nesta semana, mais um mutirão de cadastramento dos cerca de 600 africanos que vivem lá, a fim de fazer uma triagem para avaliar o estado de saúde deles. A maior preocupação, agora, é com a risco do ebola, o vírus letal em países africanos.

No caso do Acre, o secretário de Assistência Social, tranquiliza a população, que vem recebendo imigrantes desde 2010 manifestando que está fora de qualquer cogitação que algum desses estrangeiros que chegaram aqui tivessem o vírus ebola.

Por outro lado, a secretaria de Sistema Social de Criciúma, Solange Barp manifesta sua preocupação com as condições desumanas de sobrevivência desses estrangeiros africanos e diz que o risco da entrada do vírus ebola no Brasil aumenta com o ingresso descontrolado dos imigrantes no país: “Não temos estrutura para mover esse pessoal para a quarentena e fazer o monitoramento, não temos nem recurso legal para instituir abrigos para eles”.

INGRESSO IRREGULAR DE ESTRANGEIROS.

Segundo informações jornalísticas, em media chegam diariamente ao Estado de Acre, 40 imigrantes. Isso segundo o Secretário de Justiça gera gastos pesados para o estado, como por exemplo, em torno de R$ 1 milhão mensal com viagem.

Na sua maioria são haitianos, em busca de trabalho em outros lugares e para os quais o governo do Acre garante, no mínimo, um ônibus fretado com até 45 passageiros por dia, ao custo de R$ 700 por estrangeiro.

Pese a que cuidar da defesa, da administração das fronteiras e do processo imigratório é de competência exclusiva do Governo Federal e dos imigrantes que estão passando pelas fronteiras, o presidente do Conselho de Imigração, Paulo Sérgio de Almeida, manifesta que esse órgão federal garantiu vistos, que dá aos haitianos uma condição imediata de residência permanente no intuito de que a imigração para o Brasil fosse regularizada, mas esses vistos não conseguiram conter a imigração via fronteira.

No caso de Criciúma, ha uma ação cautelar, com pedido de intervenção ao Governo Federal no caso dos estrangeiros que lá estão irregulares. O prefeito de Criciúma, Márcio Búrigo, junto com a comissão que cuida das imigrações deve ir até Brasília nesta semana em busca de apoio para solucionar o problema. “Essa postura da União não me surpreende. Vamos até Brasília para ver se conseguimos mostrar a real situação. Se não conseguirmos vamos ter que apelar para o Estado e fechar as fronteiras”, adianta.

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